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Tribulus Terrestris: O Anabolizante Natural

Tribulus Terrestris  é uma planta, originaria da Índia. O extrato seco utilizado por praticantes de musculação e fisiculturismo, em formula de cápsulas, é retirado do fruto desta planta. Tribulus terrestris vem sendo utilizada por séculos na Europa como tratamento da impotência sexual, e como um estimulante do desejo (aumento da libido). Já os búlgaros utilizam tribulus terrestres há décadas para melhorar o desempenho atlético.

Com níveis mais altos de testosterona em nosso sangue, é possível obter um maior anabolismo muscular, obtendo maior definição do músculo e aumentando consideravelmente a massa magra.

Outro efeito causado pelo aumento deste hormônio tão importante (testosterona), está na melhora do desempenho sexual, aumentando a libido tanto em homens quanto em mulheres.

Ainda não existe uma dosagem definitiva de tribulus terrestris que deve ser administrada diariamente, o que se sabe até o momento é que uma dose de 750 mg ou 1500 mg divididos durante o dia provoca ótimos resultados no aumento da testosterona e do hormônio LH.

Especialistas no campo médico recomendam que tribulus terrestris deve ser administradas em ciclos, pois com o tempo, seu efeito pode ser minimizado, tornando-se menos potente. Ciclos de 3 semanas usando, seguindo de 1 a 3 semanas sem uso, parece ser mais eficiente.

O uso prolongado de tribulus terrestre não demonstrou a ocorrência de efeitos colaterais, pode ser administrado por pessoas saudáveis que desejam o aumento da massa muscular.

Terapia pós ciclo – TPC

ciclo

A terapia pós-ciclo (TPC) é um regime dietético e de medicamentos feito por usuários de esteróides anabolizantes para compensar e minimizar os efeitos decorrente do uso do esteróides. O objetivo é restaurar a produção endógena normal de hormônio sexual (tipicamente testosterona) depois do uso de esteróides, dessa forma preservando a musculatura e força adquiridas durante o uso do esteróide e minimizando efeitos colaterais como diminuição da libido e depressão. Devido à ação severa de alguns esteróides anabolizantes no fígado (particularmente os orais – esteróides metilados), a TPC é utilizada também para ajudar a purificar o fígado e por fim prepará-lo para suportar um novo ciclo de esteróides anabolizantes.

Como fazer uma tpc? Veja Exemplos:

Exemplo 1:
Semana 1:

1)Clomifeno: 100mg/dia
2)Tamoxifeno: 40mg/dia
3)Vitamina E: 1.000UI/dia

Semana 2:

1)Clomifeno: 50mg/dia
2)Tamoxifeno: 40mg/dia
3)Vitamina E: 1.000UI/dia

Semana 3:

1)Clomifeno: 50mg/dia
2)Tamoxifeno: 40mg/dia
3)Vitamina E: 1.000UI/dia

Semana 4:

1)Tamoxifeno: 40mg/dia
2)Vitamina E: 1.000UI/dia

Semana 5:

1)Tamoxifeno: 20mg/dia

Semana 6:

1)Tamoxifeno: 20mg/dia

Total: 28cps clomifeno
70cps tamoxifeno

Exemplo 2:

Semana 1:

1)Clomifeno: 100mg/dia
2)Tamoxifeno: 40mg/dia

Semana 2:

1)Clomifeno: 100mg/dia
2)Tamoxifeno: 40mg/dia

Semana 3:

1)Clomifeno: 50mg/dia
2)Tamoxifeno: 20mg/dia

Semana 4:

1)Clomifeno: 50mg/dia
2)Tamoxifeno: 20mg/dia

Total cápsulas:

42 cápsulas Clomifeno
42 cápsulas Tamoxifeno

Exemplo 3:

1º Dia:

300mg Clomifeno (6 cápsulas)

2º ao 11º Dia:

100mg Clomifeno (2 cápsulas)

12º ao 21º Dia:

50mg Clomifeno (1 cápsula)

Total:

36 cápsulas Clomifeno

Drogas Utilizadas:

O clomifeno é um agonista parcial do receptor dos estrogénios. Contudo a sua acção é menos eficaz que a dos estrogénios normais (agonistas totais) da mulher, e portanto a sua administração inibe os efeitos dos estrogénios na hipófise. A redução desses efeitos diminui o efeito de feedback negativo sobre a glândula, que produz quantidades maiores de FSH e LH hormonas que estimulam o desenvolvimento dos fóliculos e a ovulação.encontrado em comprimido.

O Tamoxifeno é um Modulador Seletivo do Receptor de Estrógeno oral que é utilizado no tratamento do câncer de mama, e é atualmente o tratamento mais vendido para este tipo de câncer. Ele é utilizado para o tratamento de câncer de mama em estágios iniciais ou avançados em mulheres pré ou pós-menopáusicas. Também é aprovado pela Food and Drug Administration (FDA) para a redução da incidência de câncer de mama em mulheres com alto risco de desenvolvimento da doença. Também foi aprovado pela redução da incidência de câncer de mama contralateral (do seio do lado oposto).encontrado em comprimido.

Quando cumeçar com tpc:

Confira a Tabela de meia vida das drogas:

Hemo: ……………………………………………12 horas após a última administração
Deca: …………………………………..……….21 dias após a última aplicação
Dianabol: ……………………………..……..12 horas após a última administração
Equipoise: …………………………..……….17 – 21 dias após a última aplicação
Fina: ……………………………………..………3 dias após a última aplicação
Primobolan depot: …………….………..15 dias após a última aplicação
Durateston: ……………………………..……3 semanas após a última aplicação
Cipionato de Testosterona: …..…..15 dias após a última aplicação
Enantato de Testosterona :………. 15 dias após a última aplicação
Propionato de Testosterona : ……..3 dias após a última aplicação
Testosterona em Suspensão: …….…24 horas após a última administração
Winstrol: ……………….……………………24 horas após a última administração

POR QUE PRECISO FAZER A TPC ??

Ela é nescessaria para não se perder massa muscular quando os EAAs deixarem o nosso organismo, pois qdo estamos ciclando com EAAs a nossa produção de testosterona endogena é suprimida ou até fechada, e se formos esperar o nosso corpo retornar naturalmente, ele ira demorar até varios meses para que isso ocorra, e nesse meio tempo vc dirá adeus a quase todos os ganhos que teve durante o ciclo, isso sem contar a libido e potencia sexual.

TPC com terapia de SERMS:

dias 1 a 14 = 100mg de clomid(clomifeno) + 40mg de tamoxifeno por dia
dias 15 a 28 = 50mg de clomid(clomifeno) + 20mg de tamoxifeno por dia

OBS: Existem defensores fieis da TPC com TRIBULUS, não duvido do seu poder de aumentar a testosterona endogena, porém acredito que a terapia de SERMS seja mais eficiente. Eu costumo fazer uso de tribulus logo após a PCT com SERMS, algo em torno de 1gr/dia.

O HCG é um importante aliado da TPC, principalmente em ciclos com mais de 8 semanas e tbm em ciclos com substancias muito supressivas como NANDROLONA, TREMBOLONA, OXIMETELONA. E também se vc já vem de fazer varios ciclos seguidos, ainda que ciclos curtos, pois provavelmente já deva existir alguma atrofia testicular.

Basicamente existem dois metodos de uso:

1. Aplicar 500iu duas vezes por semana durante todo o ciclo

2. aplicar doses mais altas no final do ciclo e semi-vida da droga:

  • na segunda semana antes do fim do ciclo: 3000ui 3 vezes por semana
  • na primeira semana antes do fim do ciclo: 1500ui 3 vezes por semana
  • na semana anterior ao inicio da TPC: 1500ui 2 vezes por semana

OBS: É ESSENCIAL USAR TAMOXIFENO (entre 10 a 20mg/dia) JUNTO COM O HCG, PARA NÃO OCORRER DESSENSIBILIZAÇÃO DA PRODUÇÃO DE LH, SOB O RISCO DE ATRASAR OU IMPEDIR POR COMPLETO A RECUPERAÇÃO.

Dianabol

dianabol

O dianabol foi o segundo esteróide produzido no mundo. O primeiro foi a testosterona, que foi descoberta em meados de 1900 e testada pelos nazistas na Segunda Guerra Mundial, na tentativa de produzir soldados melhorer.

(Methandrostenolona / Methandienone)
[17a-metil-17b-hidroxi-1,4-androstadien-3-um]
Fórmula Química(base): C20 H28 O2
Ponto de Fusão(base): N/A
Fabricante: Ciba (originalmente)
Data de Lançamento(EUA): 1956
Dose Efetiva(Homens): 25-50mg/dia (sendo 10mg a dosagem mais baixa e 100mg a mais alta que foram relatadas)
Dose Efetiva(Mulher): Não recomendado
Tempo de Ação: 6-8 horas
Tempo de Detecção: Mais de 6 semanas

Relação Anabolismo/Androgenicidade: 90-210:40-60
Esse é o segundo esteróide produzido. O primeiro foi a testosterona, que foi descoberta em meados de 1900 e testada pelos nazistas na Segunda Guerra Mundial, na tentativa de produzir soldados melhores. Atletas russos no campeonato mundial de 1953, assim como nas Olimpíadas, usaram testosterona com grande sucesso. Depois disso, John Ziegler, que era o médico do time de levantadores dos EUA, se uniu a Ciba Pharmaceuticals para desenvolver algo para os atletas americanos. Em 1956 saiu o Dianabol, ou Dbol como é conhecido entre os atletas. Originalmente dizia-se que 10mg/dia era o suficiente para prover uma total reposição androgênica em homens. Dr. Ziegler recomendava de 5-10mg/dia para seus atletas. Coincidentemente essa era a dose tomada por bodyduilders na década de 70. Sim, essa era a dose de Arnold, Zane e seus companheiros, simplesmente combinada com alguma testosterona. Miligrama por miligrama, o dianabol é mais potente que a testosterona.

Bom, vamos ao que interessa. Dianabol é achado na forma de pílulas e na forma injetável (sob o nome de Reforvit-B que consiste em 25mg de metandrostenolona com vitaminas do complexo B). É um esteróide 17aa o que indica que recebeu um grupo alquila no carbono da posição 17a para sobreviver ao metabolismo de primeira passagem no figado e manter-se na corrente sanguínea. Ele aumentará a sua pressão arterial(4) e é hepatotóxico, portanto cuidado. Porém, vê-se pessoas tomando 100mg/dia e não sofrendo qualquer efeito colateral, assim como ume estudo que usa essa dose e os pacientes não sofreram nenhuma efeito colateral(7). Vamos examinar o estudo mais a fundo.
Nesse estudo, feito na década de 80, uma alta dose de Dbol (100mg/dia por 6 semanas) diminui os níveis plasmáticos de testosterona para 40%, o nível plasmático de GH aumentou três vezes, LH caiu para 80% e FSH caiu um terço. A massa gorda não aumentou signifcantemente e a massa magra aumentou em algo entre 2-7kgs. Os pesquisadores concluiram que o Dbol aumenta a massa magra assim com a força e o rendimento.

Assim como outros esteróides 17aa, Dbol se liga fracamente aos receptores androgênicos (AR), assim grande parte dos seus efeitos é atribuida a mecanismos independentes do receptor AR. Isso também indica que ele sofre pouca aromatização e tem pouca influência no sitema endócrino
natural(12). Isso significa que os usuários de Dbol por curtos períodos e baixas doses não precisam se preocupar com as quedas nos níveis de testosterona natural. Lógico que esse efeito é dose dependente e em usuários que usam altas doses (30/+mg/dia) ja se pode notar os efeitos
colaterais androgênicos.

Dbol também não afeta os níveis de colesterol em doses moderadas(15) e parece ser benéfica em atletas por estocar potássio(14).
Então, como podemos incluir isso em nossos ciclos. Certamente a inclusão de Dbol em qualquer parte do ciclo vai produzir ganhos melhores, mas ele é mais comumente usado de duas formas:

1) No começo dos ciclos para promover ganhos rápidos
2) Como ponte entre ciclos, para manter-se os ganhos

Vamos estudar os dois usos
No início dos ciclos convem-se combinar esteróides orais de ação rápida como dianabol combinados com esteróides injetáveis de ação longa. A razão para isso é que o esteróide oral (Dbol no caso) vai produzir ganhos quase imediatos, enquanto o injetável vai levar tempo para produzir
resultados. O resultado final é que você começa a ver resultados na primeira semana do seu ciclo e continua até o final dos injetáveis. O seu uso costuma variar entre 25-50mg/dia de Dbol (tendo relatos de até 100mg/dia) por 3 a 6 semanas iniciais do ciclo (o tempo médio para essa dose de
ataque é de 4 semanas) e depois cessar seu uso quandos os injetáveis começarem a produzir resultados. A dose deve ser fracionada de acordo com a meia vida da droga, que é de 3-6 horas.

Para ter uma ponte de sucesso entre os ciclos (e isso significa usar doses baixas de esteróides, no caso Dbol) você precisa recuperar seus niveis hormonais os níveis do pré-ciclo ou, no mínimo, a parâmetros aceitaveis. A ideia aqui é você não perder nenhum ganho e a baixa dose de Dbol ajudará você a mantê-los. Tipicamente usa-se 10mg/dia de Dbol combinado com uma TPC agressiva com Tamoxifeno (e/ou Clomifeno) e hCG. Isso dará a você a reposição androgênica completa do Dbol e uma recuperação do seus níveis hormonais pela TPC. Lembre-se, a dose de 100mg/dia de Dbol do estudo que vimos acima não diminuiram os níveis de LH, FSH e testosterona a um nível onde a recuperação se torna impossível, e certamente não é 1/10 dessa dose com uma TPC agressiva que o fará.

Convem dizer também, que a teoria do “mais é melhor” deve ser revista. Foram verificados altos níveis de metandrostenolona inalterada na urina de pessoas que usavam altas doses(13). Isso pode indicar que baixas doses tomadas ao longo do dia podem produzir melhores resultados.
Essa é uma droga muito boa e pontente para ganhos rápidos ou para manter os ganhos, isso quando usada de modo segura e certo.

Testosterona

testosterona2

Uma das drogas mais conhecidas pelo mundo culturista. Vamos aprender tudo sobre ela com esse “pequeno” artigo. Não deixe de conferir, as caracteristicas, efeitos, o uso, os colaterais e a ação que ela causa no seu organismo.

As Características

Tempo de ação: 3 dias (propionato); 8 dias (enantato); 14 dias (cipionato)
Dosagem relatada: 200-2000mg por semana
Aromatiza: sim
Converte-se em DHT: sim
Acne: sim
Retenção hídrica: sim
Pressão Alta: sim

Os Efeitos:

Muita confusão é feita quando se fala de testosterona, e grande parte disso é proveniente do incontável número de ésteres desta droga que estão disponíveis nos dias de hoje. Para que os efeitos da testosterona e seus ésteres sejam melhor compreendidos, precisamos entender que toda testosterona esterificada (propionato de testosterona, cipionato de testosterona, etc) é uma pró-droga, ou seja, uma susbtância inativa que será metabolizada no organismo após administrada, produzindo metabólitos ativos que irão proporcionar os efeitos desejados. Em outras palavras, a testosterona esterificada não promove efeito algum. Dessa forma, é preciso que a testosterona seja separada do seu éster para que ela exerça qualquer função no organismo. Esse fato levou muitos autores e usuários a acreditar que o éster atrelado à testosterona seria responsável apenas por alterar a sua meia-vida, de forma que os efeitos da testosterona seriam os mesmos, independente de qual fosse o éster (2). Desta crença se originou a tão famosa frase “testosterona é testosterona”. Contudo, na prática, a utilização de ésteres diferentes resulta em efeitos diferentes, e essa diferença de ação é bem conhecida há algumas décadas, tanto pelos usuários quanto por alguns pesquisadores que se interessaram pelo assunto. No entanto, testosterona continua sendo testosterona e a maioria dos seus efeitos são comuns a todos os ésteres. Dessa maneira, os efeitos comuns da testosterona serão enumerados e, em seguida, as diferenças decorrente dos diferentes ésteres. Então vamos ao que interessa.

A testosterona promove a construção muscular através de uma série de mecanismos distintos Aumentando a retenção de nitrogênio, que é o indicador primário do poder anabólico de uma droga, a testosterona disponibiliza mais material para que os músculos sejam construídos (3). A testosterona também é responsável por aumentar a produção de GH e IGF-1 (4)(5), duas substâncias que tem papel fundamental no anabolismo muscular, sendo este último intimamente ligada ao processo de hiperplasia, evidênciando os efeitos da testosterona sobre a maturação das células satélites (7), seja para reparação do tecido muscular ou para a formação de novas fibras. Além disso, a testosterona atua como um antagonista dos glucocorticóides, fazendo desta uma ótima droga anti-catabólica (8), propriedade especialmente importante nos ciclos definição, quando o usuário se encontra em déficit calórico. Por falar em definição, a testosterona também se liga muito bem aos receptores androgênicos, promovendo a perda de gordura (9). A ligação com os receptores androgênicos também é responsável pelo aumento na síntese e armazenamento de glicogênio muscular (10), o que resulta em um treino mais intenso e melhor recuperação após o treino. Aumentando a quantidade de hemácias (11), a testosterona aumenta a vascularização e a resistência ao exercício aeróbico. Além dos vários benefícios ligados à estética e à performance, a testosterona pode prevenir (ou retardar) o mal de Alzheimer, infartos e ataques cardiácos, exibindo também uma série de efeitos positivos sobre a memória, o apetite, o humor, os ossos, os nervos e unidades motoras (17-20).

Com todos esses mecanismos agindo simultaneamente, muitos consideram a testosterona como a base para todo e qualquer ciclo. Ainda que existam alguns casos onde a testosterona não precisa necessariamente ser aplicada, aqueles que optam por colocar uma droga mais forte em seu ciclo certamente devem optar pela testosterona. De fato, a testosterona é a melhor opção custo benefício disponível, e se compararmos os resultados absolutos veremos que poucas drogas tem o mesmo potencial da testosterona. A versatilidade da testosterona faz com que ela possa ser aplicada tanto em ciclos de definição quanto em ciclos de volume. Porém, diferentes ésteres conferem à testosterona diferentes propriedades, principalmente no que tange a conversão da testosterona em estrógeno, de forma que mesmo sendo a testosterona aplicável em qualquer ciclo, alguns ésteres atendem melhor à alguns objetivos do que outros.

Os Ésteres

Inicialmente a esterificação foi criada para tornar o uso de uma determinada droga mais confortável. Aumentando o tempo de liberação, o éster faz com que o usuário precise administrar a droga em intervalos de tempos maiores, ou fazer menos administrações em um mesmo intervalo de tempo. Considerando que geralmente a testosterona é administrada através de injeção intramuscular profunda, a esterificação poupa os usuários de alguns momentos de dor e desconforto. Contudo, aqueles que tiveram a oportunidade de utilizar ésteres de testosterona diferentes são categóricos ao afirmar que os ésteres mais curtos (como o propionato) tem ação diferente dos ésteres mais longos (como o enantato e o cipionato). Segundo estes usuários, o propionato de testosterona trás mais qualidade muscular e moderado aumento de peso, enquanto o enantato ou cipionato de testosterona promovem um maior aumento de peso no geral, ainda que boa parte seja de retenção hídrica, o que por sua vez reduz a qualidade muscular.

Esse conhecimento empírico se estabeleceu ao longos dos anos, de forma que é natural ouvir recomendações sobre ésteres curtos em ciclos de definição e ésteres longos em ciclos de volume. Ainda que não houvessem estudos científicos comprovando essas diferenças, a simples observação dos resultados já seria uma base suficientemente forte para sustentar a aplicação dos diferentes ésteres em ciclos com objetivos distintos.

O ponto central na diferença entre as ações dos ésteres é a taxa de aromatização que ele confere à testosterona. Um estudo concluiu que ésteres mais longos ocasionam maior presença de estrógeno no organismo que os ésteres mais curtos (12). O mesmo estudo mostra que os individuos submetidos à ésteres curtos também tiveram maior contagem de espermatozóides, recuperação do eixo HPT mais acelerada, e pior perfil lipídico quando comparados aos individuos que foram expostos aos ésteres longos. Sabendo que o estrógeno é um grande supressor do eixo HPT e atua positivamente no perfil lipídico, fica fácil perceber que estes últimos parâmetros decorrem de uma menor taxa de aromatização por parte dos ésteres curtos. Ainda que o estudo em questão tenha sido realizado com macacos (Macaca fasicularis), os resultados convergem com o conhecimento empírico que foi acumulado com os anos de experiência dos usuários. Assim, com menos estrógeno no organismo, os ésteres curtos promovem melhora na qualidade muscular do usuário, já que a retenção hídrica com ésteres de testosterona mais curtos costuma ser branda ou mesmo inexistente.

Porém, os ésteres longos também tem suas vantagens. Ainda que a qualidade muscular fique comprometida graças à retenção hídrica decorrente do alto nível de estrógeno, os ésteres longos são superiores quando o quesito é a retenção de nitrogênio (13). Além disso, o estrógeno também tem propriedades anabólicas, já que este hormônio estimula a produção de GH e IGF-1 (14)(15)(16), aumenta a concentração de receptores androgênicos e atua positivamente sobre os mecanismos de utilização de glicose pelos músculos (10). Dessa forma, a presença de uma quantidade de estrógeno elevada pode ser benéfica para a construção muscular.

Outra diferença entre os ésteres reside sobre o seu peso molecular. Apesar de muito importante, esse fator costuma ser negligenciado pela maioria dos usuários. Como o peso molecular do éster influência diretamente na quantidade de testosterona que será liberada no organismo, o peso do éster deve ser levado em consideração quando a dosagem do ciclo for estabelecida. Dessa forma, quanto maior o éster atrelado à testosterona, menos testosterona será liberada na corrente sanguinea, necessitando assim de uma maior quantidade de testosterona esterificada para atingir uma determinada dosagem. Para ilustrar melhor este conceito, vamos tomar como exemplo dois ciclos, sendo um deles com 500mg de propionato de testosterona por semana e outro com 500mg de enantato de testosterona por semana. Nos ciclos citados, ambos estão usando quantidades iguais de testosterona esterificada, dando uma falsa impressão que a quantidade de testosterona administrada é igual nas duas situações. Contudo, no ciclo com propionato de testosterona, o peso molecular do éster corresponde a cerca de 20% da quantidade total administrada na semana, enquanto que no ciclo contendo enantato de testosterona, esta porcentagem sobe para 30%.

Desta maneira, o primeiro ciclo conta com algo em torno de 400mg de testosterona por semana. Já o segundo ciclo conta com apenas 350mg de testosterona por semana. Assim, é importante que o usuário ajuste a quantidade de testosterona esterificada a ser administrada de acordo com o peso do éster. Para efeito de cálculos futuros, para cada 100mg de testosterona atrelada aos ésteres propionato, enantato e cipionato, você terá respectivamente 83.7mg, 69.9mg e 69.6mg de testosterona pura.

O Uso

Por força do hábito, convencionou-se entre a maioria dos usuários que a dosagem mínima para que a administração exógena de testosterona ofereça resultados significativos é de 500mg por semana. No entanto, usuários com menos experiência e tempo de treino podem conseguir resultados expressivos mesmo com doses mais baixas, como 200-300mg por semana, uma vez que estas pessoas tendem a ser mais leves e ter histórico de EAAs reduzido ou inexistente. Considerando que o corpo humano (homens) produz naturalmente cerca de 50mg de testosterona por semana, mesmo uma dosagem pequena como 200mg oferece uma quantidade de testosterona quatro vezes maior que a normal. Contudo, os usuários mais avançados parecem precisar de doses maiores para obter resultados expressivos, sendo que a dosagem normalmente utilizada por estas pessoas fica entre 500 e 1g. Ainda assim, existem usuários que optam por dosagens elevadas, podendo chegar a 1,5g ou 2g.

As propriedades da testosterona fazem com ela possa ser aplicada em qualquer ciclo, seja qual for o objetivo. Como você deve ter percebido até aqui, alguns ésteres se aplicam melhor em certo ciclos. Para ciclos de definição os ésteres curtos, como o propionato de testosterona, são uma melhor opção por resultar em menos estrógeno. Para maximizar os resultados do ciclo, um inibidor de aromatase é necessário, reduzindo ao máximo a aromatização, afim de que se possa aproveitar todo o potencial da testosterona no quesito queima de gordura. Em ciclos com esse objetivo, drogas mais androgênicas e não aromatizáveis podem ser associadas à testosterona, como a trembolona ou drostonolona, ou mesmo drogas com perfil mais anabólico, como o estanozolol por exemplo. Ésteres curtos também podem ser aplicados em ciclos que visam aumento de massa muscular sem perda da qualidade, já que um leve aumento no nível de estrógeno é aceitável e bem-vindo neste tipo de ciclo. Para os ciclos que buscam este objetivo, drogas não aromatizáveis (como estanozolol, oxandrolona, trembolona, etc) ou as que tem baixa taxa de aromatização (como boldenona e fenilpropionato de nandrolona) são opções que tendem a maximizar os resultados. Nos ciclos que buscam aumento de volume, os ésteres longos (enantato, cipionato, etc) trazem melhor resultado, uma vez que proporcionam maior retenção de nitrogênio e a alta taxa de conversão em estrógeno favorece a construção muscular. Drogas como oximetolona, metandrostenolona e decanoato de nandrolona são opções válidas para se combinar com a testosterona nos ciclos que visam grande aumento de massa muscular.

Os Colaterais

Por ser a droga mãe de todos os outros EAAs, a testosterona recebeu o valor androgênico 100, e esse valor é usado como parâmetro para estipular o potencial androgênico de todas as outras drogas. Assim, quando você se deparar com uma droga cujo valor androgênico é 200, isso quer dizer que ela é duas vezes mais androgênica que a testosterona. Ainda que o valor androgênico da testosterona seja bem menor que o de outras drogas, como a trembolona (valor androgênico 500), ela é capaz de provocar colaterais desta natureza, como oleosidade da pele, acne e queda de cabelo. Além disso, a testosterona é reduzida pela enzima 5-alfa-reductase, gerando a dihidrotestosterona (DHT), que é um EAA ainda mais androgênico que a própria testosterona. Outros colaterais de natureza androgênica como o comportamento agressivo também podem surgir durante um ciclo contendo testosterona.

Por ser convertida em estrógeno quando em contato com a enzima aromatase, colaterais como retenção hídrica, aumento na pressão arterial e ginecomastia são possíveis. É importante observar que, como visto anteriormente, ésteres curtos tendem a causar menos colaterais de origem estrogênica que os ésteres longos, já que resultam em menores níveis de estrógeno. Sendo assim, os usuários mais sensíveis aos colaterais estrogênicos devem optar por ésteres curtos, como o propionato, afim de evitar complicações futuras. Contudo, paradoxalmente, algumas pessoas são sensíveis à ação rápida dos ésteres curtos (22), e aqueles que fazem parte deste grupo costumam relatar febre, cansaço e falta de disposição para treinar e se alimentar corretamente.

Durante o uso de testosterona exógena, o eixo HPT é suprimido rapidamente (2), sendo necessário fazer a TPC adequada com o objetivo de minimizar o crash hormonal ao final do ciclo. O perfil lipídico também pode ser alterado nos ciclos contendo testosterona. Um estudo com 61 homens saudáveis, onde foram utilizadas diferentes dosagens de testosterona durante 20 semanas, mostrou um redução no HDL proporcional à dosagem utilizada, concluindo que este é um colateral dose-dependente (21).

Clenbuterol

clenbuterol

Clenbuterol é uma droga anabolizante muito conhecida e utilizada por fisiculturistas para queima de gordura antes dos campeonatos.

O Clenbuterol é um ß-2 (Beta) agonista que é usado clinicamente como bronquiodilatador no tratamento de asma, devido sua meia vida longa de aproximadamente 35 horas (1) não é aprovado pelo FDA (Food and Drug Administration). È um estimulante do sistema nervoso central com características simlares da adrenalina, tem efeitos colaterais similares de outros estimulantes do SNC como a efedrina.

No Brasil pode ser encontrado para uso veterinário com o nome de Pulmonil do fabricante Vetnil sob a forma de gel ou pó. O gel é é mais facilmente manuseado, vem na concentração de 20mcg/ml. Essa é a mesma concentração que vários medicamentos destinados para uso humano porém que não são fabricados no Brasil e apenas são vendidos no mercado negro, com risco de falsificação e valor mais elevado.

A dosagem usual é entre cerca de 40-120 mcg/dia, normalmente é usado de forma crescente, durante quinze (15) dias e depois um descanço de mais 15 dias. Isso é feito para que se possa ter controle dos efeitos colaterais, na prática ficaria mais ou menos assim :

1º dia 40mcg/dia
2º dia 60mcg/dia
3º dia 80mcg/dia
4º dia 100mcg/dia
5º dia 120mcg/dia
6º dia 120mcg/dia
7º dia 120mcg/dia
8º dia 120mcg/dia
9º dia 120mcg/dia
10º dia 120mcg/dia
11º dia 120mcg/dia
12º dia 120mcg/dia
13º dia 120mcg/dia
14º dia 120mcg/dia
15º dia 120mcg/dia

Esse é apenas um exemplo, não é necessário chegar nos 120mcg/dia e nem é o máximo que se pode usar, tudo vai de acordo com a aceitação dos efeitos colaterais. Para mulheres a dosagem entre 40-80mcg/dia é mais comum ser usada, os efeitos colaterias são os mesmos.

Pergunta : Essa é a maneira mais efetiva ?

Reposta : Sim uma delas, alguns questionam sobre usar 2on 2 off (com dois dias de descanço) porém como já citado a mv do clenbuterol é de 35hrs aprox, fazendo que nesses 2 dias de descanço não seriam suficientes para uma nova regulação dos receptores.
Esses 15 dias também não são precisos, pois a inativação dos recetores adrenérgicos ß-2 pode ocorrer antes ou depois desse período, vai depender de cada um, não tem como se precisar.

Os efeitos colaterais mais comuns são tremores nas mãos, enxaquecas (dores de cabeça) e insônia e taquicardia, também é bem comum câimbras que está relacionada a uma baixa na concentraçao de potássio.

Para minimizar esse efeito deve se intensificar a ingesta de potássio através de alimento ou mesmo na suplementação caso for necessário.

Se caso usar algum diurético a hipocalemia (falta de potássio) pode ser intensificada tornando os cuidados ainda maiores.
No caso de usar ECA ou suplementos a base de algum outro estimulante do SNC (efedrina, cafeína, etc..) os outros sintomas podem se potencializar, necessitando de cautela em seu uso.

Pergunta :Clenbuterol é um anabólico ?

Resposta : Nada comprovado em humanos (4), essas afirmações provém de estudos realizados em animais onde houve elevação dos níveis de IGF-1, porém além dos estudos serem feitos com animais onde a dosagens era inúmeras vezes superior (2) a usada na sugestão de uso acima.

Pergunta : Preciso usar alguma proteção ?

Reposta : Pode aumentar a ingesta de alimentos ricos em potássio (banana, tomate, Batata, Beterraba, etc..) Ou mesmo suplementar com potássio para evitar as câimbras e outros colaterais relacionados a baixa concentração de potássio.

Pergunta : Ouvi falar sobre usar cetotifeno junto, Oque é isso ?

Reposta : Cetotifeno é um anti-histamínico usado no tratamento de reações alérgicas de asma e bronquite em nosso caso ele restaura a resposta beta-adrenérgica, posssibilitando que possa extender o uso do clenbuterol por mais algum tempo, suas dosagens variam entre 2-4mg/dia.

Deposteron

deposteron

Esta droga injetável é conhecida por promover rápido ganho de força e volume muscular. É altamente androgênica e com boas propriedades anabólicas. Como a maior parte das testosteronas, esta droga tente a aromatizar facilmente, sendo provavelmente a maior responsável pelas ginecomastias entre culturistas. Por reter muita água, pode causar acentuada elevação na pressão arterial em alguns usuários. É utilizada fora de temporada, quando o objetivo é ganhar peso. O Deposteron também tem a fama de atrofiar os testículos mais rapidamente do que qualquer outra droga do mercado, além de ocasionar perdas vertiginosas de força e volume tão logo a droga seja descontinuada. Encontra-se como recomendação o acompanhamento com Nolvadex durante a administração do cipionato. Na  Europa o laboratório Leo produz o cipionato de testosterona com o nome de Testex, no Brasil a NOVAQUÍMICA produz o Deposteron.

Hemogenin (Oximetolona)

hemogenin

Esta droga é conhecida como o esteróide oral mais poderoso que um culturista pode administrar, mas sua função terapêutica é a de aumentar a produção de células vermelhas no sangue (eritropoiese). É utilizada no tratamento de alguns tipos de anemia e em alguns estágios de AIDS, mas recentemente outra droga não esteroidal (EPO) vem substituindo a oximetolona.

O medicamento originalmente produzido pela Syntex foi re­tirado das prateleiras no Brasil e passou a ser produzido por outro laboratório com o mesmo nome, Hemogenim. É encontrado em ou­tros países com o nome de Anadrol ou Anapolon. Ele pode ocasionar um rápido ganho de força e volume muscular; mas, devido à sua alta toxidade ao fígado – é um 17 -alfa alquelado – a dose e o ciclo de utilização devem ser limitados. Sua utilização em dose muito eleva­da pode salientar os efeitos colaterais. Um único comprimido vem com a dosagem de 50 mg, mas a oximetolona não é efetiva apenas por sua concentração, como pensam alguns. Paradoxalmente, em dosagem inferior a droga não funciona bem, pois não se liga eficientemente aos receptores celulares. Portanto, a prática de dividir o comprimido em dois não é adequada. O mesmo não acontece com a oxandrolona, que vem em doses de apenas 2 mg e o stanozolol em 5mg.

Mesmo em dosagem menor, para limitar alguns efeitos cola­terais, é comum o acompanhamento com o citrato de tamoxifeno ou anastrozol. Mulheres não utilizam a oximetolona.

Existem várias narrativas de abuso dessa poderosa droga, com narrações da administração bizarra de até dez comprimidos por dia!.Talvez por parte de indivíduos extremamente mal informados e! ou que desejam resultados geometricamente proporcionais às dosagens. Também devemos levar em conta que drogas orais são bem atrativas para quem teme injeções intramusculares.

Contrariando a crença de que a maioria só utiliza a oximetolona em fase fora de temporada, essa droga também vem sendo usada, por alguns atletas na Europa, em fase pré-competição. Eles acreditam que o medicamento aumentará o volume sangüíneo, sendo utilizado em associação com o anastrozol, ao invés do tamoxifeno, como inibidor de aromatase para a droga.

A dosagem para homens pode variar de 1 a 2 comprimidos e distribuída durante o dia. O tempo de uso não deveria ultrapassar 5 semanas e o intervalo mínimo entre administrações deveria ser de 6 a 8 semanas.

Apresentação: Caixa com 10 comprimidos de 50mg cada.

Winstrol (stanozolol)

winstrol

Este esteróide pode vir na versão oral e injetável em diluente aquoso. Winstrol é um esteróide pouco androgênico e moderadamente anabólico, não promovendo aromatização nem retenção hídrica significativa, porém em alta dosagem pode ser tóxico ao fígado principalmente o oral. O Winstrol é bastante controvertido no mundo do culturismo.

Enquanto algumas pessoas experimentam ganhos de força e volume, outras afirmam que comprar Winstrol é perda de tempo e dinheiro. Talvez só algumas pessoas tenham os receptores específicos para este componente químico. De qualquer forma, o Winstrol só se verifica a utilização em fase de definição quando se busca densidade sem correr o risco de acumular líquido subcutâneo. É administrado com o Parabolan ou o Primobolan. Algumas mulheres utilizam esta droga em dosagens baixas e mesmo assim parece ocasionar pequena virilização em algumas.

Esta combinação também pode ser utilizada no meio de um ciclo longo de esteróides quando se deseja dar uma pausa nos esteróides mais androgênicos e manter o máximo possível de peso e diminuir os efeitos colaterais dos esteróides mais androgênicos.

O winstrol injetável também pode ser utilizado para aplicações locais nos músculos mais deficientes, numa tentativa de aumentar o volume dos mesmos, assim como se fazia com o descontinuado Esiclene.

Como a droga, mesmo a injetável, é um 17 alfa-alquelado, algumas pessoas consideram a hipótese de administrar o líquido via oral ao invés de injetálos, já que o mesmo não deverá ser destruido pelo fígado. Porém, como sempre, empiricamente, conta-se uma perda de até 20% da substância quando administrada dessa forma. Obviamente atletas mais radicais injetarão o produto.

Neste caso, costuma se utilizar de 1/2 ml por ponto de aplicação sendo alvos comuns os bíceps, tríceps e panturrilhas. A dosagem para homens varia de 16 a 30 mg/dia na forma oral e de 150mg a 350mg por semana em tomadas divididas na forma injetável.
Para mulheres, a dose varia de 4mg a 8mg por dia na forma oral e de 50mg a 100mg por semana em tomadas divididas na forma injetável.

Apresentação: Caixa com trinta comprimidos cor de rosa de 2mg cada e caixa com três ampolas de 50mg/ml cada. É produzido na Europa pelo laboratório ZAMBON.

Ciclo Anabolizante

ceringa

O que é um ciclo de anabolizante ? Qual é a importância de um ciclo ?

Vamos ao significado da palavra ciclo:

“ci.clo1

sm (gr kýklos) 1 Intervalo de tempo durante o qual se completa uma seqüência de uma sucessão regularmente recorrente de eventos ou fenômenos.”

O próprio dicionário Michaelis entrega a malandragem. Mas vamos entrar no significado de ciclo no mundo da musculação:

Ciclo é o intervalo que o atleta utiliza uma ou mais drogas, nem um dia a mais, nem um dia a menos. O tempo que um ciclo pode ter é determinado pelo tipo da droga que você venha usar, no tempo que ela leva para entrar e sair do organismo e dentro de uma faixa de tempo segura para o seu corpo.

Para alguns este artigo pode parecer bobo, mas vários apressadinhos, não sabem o significado deste termo. E utilizam drogas durante o ano inteiro sem nenhum descanso para o corpo, sem nenhuma responsabilidade.

ADE

ade

O anabolizante ADE é um complexo vitamínico de uso exclusivamente veterinário, é a bomba mais divulgada e consumida pelos adeptos de esteróides Substâncias, todo freqüentador de academia tem algum grupamento muscular que queres Desenvolver de maneira PRIORITÁRIA. Pode ser o bíceps, que poderia ser um pouco maior; uma panturrilha, que não acompanha o desenvolvimento da coxa, ou uma coxa, que se mostra desproporcional em relação ao tronco. Desequilíbrios Tais, são originados por falhas nenhum treinamento, limitações genéticas e / ou problemas psicológicos, como um Dismorfia muscular.

No entanto é difícil que se tenha humildade e sabedoria para Reconhecer os problemas e corrigi-los de forma saudável e eficiente. Ao invés disso, tem ocorrido uma busca irracional pela “hipertrofia localizada”, que culminou com uma injeção de óleos dentro de DETERMINADOS grupamentos musculares. Esse produto é indicado para uma engorda do gado ou no período pós-parto de vacas de.

No último caso, o organismo do animal sofre queda nos Níveis de magnésio e, às vezes, cálcio. Assim o remédio que ajuda os animais fortificar um pode ser fácil comprar bem, diz quem costuma cultuar músculos. Em qualquer loja veterinária ou agrícola pelo preço de uma dose R $ 10,00 e até sem receita, o que faz sucesso entre os jovens adeptos do anabolizante ADE, que nada mais é do que uma mistura de vitaminas do nome mesmo, só que o problema é que não faz uma pessoa ficar forte, só inflama o músculo, criando uma secreção. Quando injetado Diretamente nenhum músculo ou na veia, em menos de três dias o local aplicado fica maior, DEVIDO A retenção de água do próprio Corpo. Essa perigosa principalmente por não ter nenhum suporte técnico, ou ao menos tem explicação superflua se tornado comum Assustadoramente, serios produzindo efeitos lesivos e, dentre os sobreviventes, Aberrações verdadeiras.

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